NÚCLEO CULTURAL KRISHNAMURTI

KINFONET NEWSLETTER

OUTUBRO, 2006

 

PERGUNTA DO MÊS

Pergunta do mês

 

A maior parte de nós é ambiciosa, a maior parte de nós está possuida pelo desejo de êxito, de fama, ou pelo desejo de ser conhecida; é uma luta perene e um esforço perene. A luta é ao que parece aceite por todos nós como uma necessidade para aprender, para ser culto, para ir para o escritório, para subir a escada do sucesso, para compreender o que é a verdade; tudo se tornou uma questão de luta, de esforço. Pensar, amar, ser amável, ter humildade - tudo isto está reduzido a uma fórmula de luta e esforço, controle e disciplina. Para mim, tal vida de disciplina, controle, luta, subjugação, conformismo é a destruição do indivíduo que deve emergir; e só o indivíduo pode descobrir o Eterno, se é que existe tal coisa chamada Eterno.

Por isso, temos que compreender a luta. Estou a usar a palavra 'compreender' não em sentido intelectual, não em sentido verbal, mas observando, de facto, o facto daquilo que somos, o facto de que lutamos desde manhã até à noite, desde o momento em que nascemos até o momento da morte, lutamos, discutimos, fazemos esforço incessante, sem fim. Com certeza que deve haver outra maneira de viver. Mas nós aceitámos a forma da luta. O estudante aceita; os mais velhos aceitaram-na; e todos os santos, todos os filósofos, todos os mestres têm afirmado que se tem que lutar, que se tem que fazer esforço. Eu mostro, se quiserem ouvir, que há uma forma de viver sem esforço - o que não quer dizer que nos tornemos preguiçosos, adormecidos, estagnados; pelo contrário. Esse esforço, essa luta, é uma perda; e quando o esforço, a luta, cessa inteiramente, completamente, surge uma forma de viver completamente com essa energia. E para descobrir tal forma temos que investigar diligentemente, sensatamente e inteligentemente este problema da luta.

- 'The Krishnamurti Text Collection' [Colectânea Krishnamurti]

Bombaim, Índia

3ª Palestra Pública, 28 de Fevereiro, 1962

Ó Krishnamurti Foundationof America, Ó Krishnamurti Foundation Trust

 

Editorial da Kinfonet

Diálogo Sobre a Transformação

1º Participante: Nunca consegui compreender completamente o que é que Krishnamurti quer de facto dizer com o termo 'alerta', e muito menos ompreender por que é que ele insiste que é necessário. Por um lado, K parece que quer dizer que 'estar alerta' é tão simples como estar consiste do ambiente que nos cerca, enquanto que, por outro lado, algumas das suas descrições sugerem um estado extraordinário para além da nossa experiência comum.

2º Participante: Em 'The First And The Last Freedom' [A Primeira e Última Liberdade], há um capítulo sobre o estar alerta em que Krishnamurti distingue entre introspecção puramente baseada no pensamento e estar alerta. A principal diferença é que a introspecção é invariavelmente levada a cabo com um motivo em mente, com o desejo de mudar alguma coisa sobre si próprio, enquanto que Krishnamurti caracteriza a consciência, o estar alerta, como um ´processo de a pessoa se soltar da acção do eu'.

1ºP: O que é que K quer dizer com 'a acção do eu'?

2ºP: Eu creio que ele se refere à actividade do pensamento que está implicada em todos os estádios da acção de transformar 'o que é' em algo que não é. Ele sugere que a consciência - o estado de alerta - liberta a mente da confusão, da luta e do conflito que é engendrado por este movimento de transformação.

1ºP: Se compreendo K correctamente, ele é de opinião que o esforço baseado no pensamento não pode ter como resultado uma solução duradoura dos principais problemas psicológicos. Mas qual é o problema do esforço se for usado de forma inteligente e discriminadamente? A minha própria experiência diz-me que a mudança positiva pode acontecer com esforço direccionado, mesmo no domínio psicológico.

3ºP: O esforço direccionado pode produzir certas mudanças de natureza limitada. Mas a eficácia da mudança parcial pode não ser a questão central. Se se medir o sucesso pelo atingir do objectivo, é nesse caso muitas vezes possível ...

1ºP: Mas não é isso mesmo o que nós queremos? Eu quero simplesmente atingir o objectivo que pus para mim próprio.

3ºP: Se isso é de facto o que pretendes, atingir objectivos determinados, então está bem. Mas um dos nossos objectivos - ou, talvez, vendo mais profundamente, a força impulsionadora por detrás de qualquer objectivo - é pôr fim ao conflito, afastar a luta constante que permeia as nossas vidas.

1ºP: É esse o facto? Estará toda a gente de acordo que esse é o objectivo essencial da vida?

3ºP: Talvez não o expressemos dessa maneira, mas todos nós queremos ser felizes. A felicidade implica não haver conflito.

2ºP: Em termos muito gerais, pode-se dizer que a felicidade é um estado de equilíbrio, uma espécie de estado 'sem escolha', para usar as palavras de Krishnamurti, quer dizer, um estado onde, por uma ou por outra razão, não queremos que nada seja diferente.

3ºP: Nós associamos, geralmente, a felicidade com a concretização de um conjunto especial de circunstâncias. Mas, ao mesmo tempo, há um sentimento de tensão atenuada quando conseguimos aquilo que procurávamos. Talvez que a felicidade não seja um estado positivo, mas antes o que fica quando o querer desaparece. Será uma definição mais fundamental de felicidade, então, o fim natural da luta para realizar mudança.

2ºP: Sim, embora asociemos a felicidade com coisas particulares, ou determinadas pessoas ou circunstâncias, o sentimento de estar feliz é, essencialmente, um sentimento de realização, uma espécie de saciedade.

3ºP: Claro que o problema é que a sensação de realização não perdura. Por isso acabamos por ser apanhados na engrenagem da perseguição de novos desejos. É, de facto, bastante irónico: para nós, a felicidade é algo que procuramos no futuro, mas a procura e a felicidade excluem-se mutuamente. - quer dizer, um tem que desaparecer para o outro existir.

1ºP: Quer isso dizer que temos que nos tornar um vegetal sem desejos para termos uma felicidade duradoura? Não me soa como um estado muito 'feliz' ...

2ºP: Essa é uma boa questão. Muitas pessoas, talvez até certo ponto todos nós, achamos que a luta é fortalecedora, revitalizadora.

3ºP: Sim, o esforço está no centro do nosso condicionamento social. Para se sobreviver temos que nos confrontar e aguentar a pressão para atingir uma certa situação pessoal ou social. Isso é o que estamos todos treinados a fazer, desde a mais tenra idade. Lutamos 'de manhã à noite, a partir do momento em que nascemos até o momento em que morremos', como diz K.

1ºP: Não nego que existe na vida muita luta, embora não vá ao ponto de dizer que ela existe de manhã à noite. E também não vejo que seja debilitante, como Krishnamurti parece caracterizá-la.

3ºO: Quer dizer então, que, globalmente, está satisfeito com a sua vida? Não será essa satisfação parte da confusão? Numa certa altura, há crise na nossa vida e queremos mudá-la desesperadamente. Logo a seguir, a crise passa ou habituamo-nos a ela e dizemos que as coisas não são assim tão más.

2ºP: Penso que o que Krishnamurti sugere é que nós não sentimos a luta como ela é porque fomos profundamente condicionados a aceitá-la. Nós desenvolvemos uma atitude de razoabilidade em relação ao esforço, uma espécie de 'ética do esforço' que considera a luta como necessária e apropriada. É esta aceitação que faz com que a compreensão da luta seja intelectual. Não sentimos toda a implicação da luta e não temos consciência do seu impacto na nossa vida. Em vez disso, centramo-nos na especificidade de um determinado problema e em como criar a solução pretendida.

1ºP: Quer dizer que esta percepção mais aguda da pressão depende do quão sensível somos?

2ºP: O focar da nossa atenção é fortemente direccionado para o problema e a sua resolução. A recorrente ramificação desta dinâmica - nomeadamente, a luta que existe na lacuna entre 'o que é' e 'o que deve ser' - fica em grande parte ensombrada. Contudo, na realidade, a nossa vida diária consiste na luta que é essa lacuna. Para resolver um problema, nós pomos a nossa visão na solução, sem compreendermos que há pressão na própria solução.

1ºP: Espere um pouco. Eu vejo que há luta entre o problema e a solução, mas a solução é sem dúvida a suprema libertação da pressão. Pode acontecer a libertação produzida pela solução não ser permanente ou a solução eventualmente desencadear uma nova série de problemas, mas, ainda assim, não percebo por que diz que há pressão na própria solução...

2ºP: Bem, é a solução conceptual que põe em movimento toda a engrenagem do resolver do problema e que a alimenta no percurso. Por isso, pode-se dizer que a existência de uma solução causa pressão. Se não fôssemos capazes de esboçar uma solução, não haveria pressão, parece-me a mim, pois não nos afastaríamos de onde estamos. É a solução, não o próprio problema, que está no princípio da luta. O que geralmente acontece é que pensar em atingir o nosso objectivo energiza-nos de tal maneira que nos tornamos insensíveis ante o conflito que se segue..

1ºP: Não vejo que o conflito esteja somente ligado à solução. Muitas vezes temos um problema e não conseguimos encontrar a solução, o que, a meu ver, só exacerba o problema e com isso a pressão. Enfrenta-se os maiores problemas sem se fazer a menor ideia em como encontrar solução para eles.

2ºP. Acho que projectamos sempre uma solução, um lugar onde preferimos estar, mas como muitas vezes não nos é acessível, sentimos que de facto não há solução. Quer tenhamos consciência disso ou não, o próprio facto de que o conflito existe mostra que algures na nossa mente há a formulação de uma solução.

1ºP: Está bem, pode ser que tenhamos projectado um cenário da nossa preferência em que o problema deixaria de existir. Mas continuo a não compreender a afirmação que fez antes sobre a luta continuar na solução.

3ºP: A 'solução' ou 'o que deve ser' está invariavelmente ligado ao problema , 'o que é'. De facto, existe a partir do momento em que nasce o problema, como o seu oposto. Por causa disto, está intrincadamente relacionado com o próprio problema.

1ºP: Sejamos realistas! Ao fim do dia, que me interessa de onde veio a solução ou se é o oposto do problema. O facto é que eu tenho uma enorme preferência por um dos lados do pau.

3ºP: Nós só temos essa preferência porque não vemos a limitação inerente da solução. A limitação tem origem na miopia do próprio problema a que a solução está presa. Qualquer problema existente - estou a falar de problemas psicológicos, pessoais - é apenas o sintoma mais pressionante de um muito vasto fenómemo subjacente. Nenhuma solução pode compreensivamente lidar com este fenómeno porque está em constante fluxo, é uma coisa viva.

1ºP: O que quer dizer com 'um problema mais vasto'?

3ºP: O nosso próprio ser. Sendo um organismo vivo interagindo com o que nos rodeia, os nossos quereres, necessidades, aspirações estão constantemente a mudar.

No fundo, contudo, todas estas explicações são académicas e de utilidade limitada. A questão importante é que nós vivemos no espaço entre 'o que é e 'o que deve ser' quando resolvemos um problema atrás do outro. A pergunta é: Por que é que estabelecemos para nós uma vida assim de pressão, ou, como diz Krishnamurti, ' por que é que aceitamos o conflito como forma de viver'? O que nos pode fazer acordar para o facto de que a nossa mente está em perpétuo conflito sem de qualquer forma amortecer o impacto dessa concretização?

2ºP: Creio que todos nós estamos conscientes a algum nível de que as nossas mentes estão perturbadas. O palrar do nosso pensameto é constante. A dificuldade reside no facto de que basta atribuir o termo turbulência ou palrar para invocar uma resposta. A natureza exacta da resposta não é importante - pode até ter a forma de tentar não interferir com o palrar ou outra coisa qualquer. O ponto chave é que o reconhecimento do problema é automaticamente acompanhado pela intenção de fazer alguma coisa com aquilo que vemos.

1ºP: Para ser franco, acho que esta perspectiva de vida não é muito realista. Mesmo que não se procure uma solução, permanece o facto do problema. Não desaparece miraculosamente com a solução. Qual é a vantagen de 'permanecer com o problema'?

3ºP: Talvez seja má interpretação pensar que 'permanecer com o problema' significa suportar o problema estoicamente e passivamente. Pode-se vir a supor que se 'se permanece' é ser contrário a 'ir em direcção' a uma solução. Mas estar alerta não é ser estóico, é percepção precisa. Por outro lado, quando o 'pensamento' apreende um problema esta percepção pura é suplantada por uma memória mecânica e de acordo com marcação de planos.

1ºP: Mas nem todo o pensamento é insensato. São mais as vezes em que a solução é precedida por muita deliberação.

2ºP: Em questão está a clareza com que o problema é visto. Estar alerta não impede o pensamento, mas permite que o pensamento responda 'com a sua melhor sabedoria' e 'não perseguindo o melhor dos seus planos'. Krishnamurti fala em 'uma consciência sem opção' - 'sem opção' no sentido de que uma vez que o problema é claro, a resposta será espontânea e não uma questão de seleccionar e escolher de acordo com os nossos condicionamentos.

1ºP: A ideia de que todas as variadas considerações, argumentos, etc, em relação a um problema, podem facilmente convergir para uma resposta correcta parece bastante a preto e branco, para dizer o mínimo ... Com certeza que a vida é muito mais complexa do que isso?

3ºP: Os problemas de relacionamento não dependem de considerações e argumentos. A humanidade desde sempre usa considerações e argumentos e, contudo, a humanidade está em guerra. Não é que as considerações e os argumentos convirjam. Quando se põe de lado considerações e argumentos, pode então haver acção de uma natureza diferente. Há milhares de anos que o ser humano confia nos métodos do pensamento. Haverá uma acção de natureza diferente, uma acção que não esteja presa ao passado?

2ºP: A complexidade dos problemas psicológicos podem residir no facto da aferição do problema ser interpretativa logo desde o princípio. Quer dizer, muitas vezes os problemas pessoais são apenas interpretações distorcidas de problemas muito mais controláveis e factuais.

Se se introduzisse a consciência da situação, o problema transformar-se-ia à medida que o intrincado destas interpretações vinha à superfície. As crenças e convicções ocultas que levaram à formação do problema também fariam parte do quadro. Podemos deduzir que tal rigor na visão do problema poderá ou dissolvê-lo devido à falta de base real, ou, por outro lado, transformá-lo em algo mais factual com uma resposta imediata e singular .

3ºP: Se não transformar o 'estar alerta' numa nova fonte de pressão. Acho que o que é mais importante compreender é que a liberdade - ou a libertação definitiva de qualquer forma de pressão - reside no simples estado de ter consciência daquilo que somos agora e não em estarmos livres de planos ou de rótulos ou de procuras de soluções ou qualquer outra ideia sobre o que há-de trazer liberdade. O que é que poderá ser mais 'prático' ou libertador do que ser quem somos? Não significa que a consciência nos faça sermos quem somos, nem nos dá indulto para sermos amistosos com nós mesmos. Estar consciente nem sanciona nem proíbe. Uma tal capacidade censória pertence às actividades do pensamento.

2ºP: Pode bem ser que esta atitude de alerta, que esta liberdade seja a essência do nosso ser, da nossa consciência. E em certas circunstâncias auspiciosas, o pensamento animando-se contra a sua própria limitação, opta por tolerar a incerteza, com isso abrindo a porta ao estado de alerta.

 

Educação Em Foco

- Novo site sobre Eucação: http:/krishnamurti-and-education.org/ - este novo site é de uma grande riqueza de informação sobre as existentes actividades educativas criadas a partir do trabalho de J. Krishnamurti. É um guia compacto e uma autoridade no assunto pela quantidade de importantes citações de Krishnamurti, assim como recursos específicos e categorizados para estudantes, pais, professores e pedagogos.

- Brockwood Park School, The Brockwood Observer - The Brockwood Observer é uma newsletter bianual da escola de Brockwood Park que contém histórias, entrevistas, reportagens sobre acontecimentos em Brockwood. Inclui também uma secção que trata das actividades correntes dos alunos da escola. Podem assinar The Brockwood Observer, que é grátis e é distribuido em todo o mundo.

Em baixo, segue um excerto do último Brockwood Observer (número 28, Primavera/Verão 2006) com um destaque e um artigo de Suprabha Seshan, uma ex-aluna de Brockwood, que recebeu recentemente o prestigioso prémio Whitley, o mais distinto prémio em conservação da natureza do Reino Unido, por proteger e propagar algumas das mais raras e únicas plantas da Índia. Ela é também uma das principais organizadoras do curso de Paisagens e Saberes [Landscapes and Lifeskills Course] que se relizará desde Dezembro de 2006 até April de 2007, cujos detalhes seguem em baixo.

 

Curso em Paisagens e Saberes

Dos Ghats Ocidentais ao Alto Himalaia

 O Santuário Botânico Gurukula [Gurukula Botanical Sanctuary] (um laboratório oficinal para conservação das plantas e restauro do habitat) e Malika Virdi (Himal Prakriti - Munsiari, Himalaya) oferecem um vigoroso curso de cinco meses de Dezembro de 2006 a Abril de 2007 para jojons de espírito aberto e com gosto pela vida ao ar livre. Numa abordagem de aprendizagem sem livros, os estudantes irão explorar as paisagens tropicais das montanhas do Ghat ocidentais no sul da Índia e os glaciares, florestas e pastagens dos Himalaias ocidentais.

Num mundo cada vez mais dominado pela tecnologia e o intelecto, verificou-se uma profunda alienação em relação ao mundo natural. A preocupação central do curso sobre Paisagens e Saberes da Vida é redescobrir esta relação mais profunda com o mundo vivo, selvagem e humano e ao mesmo tempo adquirir conhecimentos e aptodões que possam ajudar-nos a compreender a natureza e actuar de forma sensível para com ela.

Concessão de bolsas para o curso

 

Rede de Bibliotecas

A Fundação Krishnamurti da Índia acaba de criar uma vasta rede de mais de 1000 bibliotecas públicas e universitárias em todo o subcontinente indiano. As bibliotecas possuem alguns das mais conhecidas obras de Krishnamurti em inglês e traduções e em línguas regionais.

Existam posters em inglês e nas línguas regionais em todas as bibliotecas para apresentar aos visitantes o significada de Krishnamurti e das obras lá existentes. Também se pode encontrar uma biblioteca online usando o mapa interactivo. Do mesmo modo, há descrições e pormenores online sobre este projecto.

 

Materiais Kinfonet para organizar actividades sobre Krishnamurti

Está a pensar em começar um novo grupo de diálogo sobre Krishnamurti ou projecção de vídeos na sua área? Kinfonet pode dar-lhe uma ajuda. Aqui tem alguns equipamentos que quem pode adquirir:

. posters já impressos para comprar a anunciar a actividade

. folhas volantes com informação básica sobre a vida e os ensinamentos de Krishnamurti que podem ser distribuidos pelos participantes

. conjunto de 9 livrinhos de bolso contendo cada um uma palestra pública de Krishnamurti. Devido à variedade eclética de temas o conjunto de livrinhos dá uma noção simplificada e concisa dos ensinamentos. Faz-se descontos para quantidades.

 


Anúncios

- Projecção mensal de vídeos ou passagem de DVDs de Krishnamurti na Espiral em Lisboa, seguida de diálogo. Praça Ilha do Faial, 14, r/c - 1000-168 Lisboa

 

Encontros Krishnamurti Internacionais:

- Tailândia, Centro de Retiros Stream Garden - 4 a 11 de Dezembro de 2006. Temas: 'Qual é a causa original do conflito em nós próprios e na sociedade?' e 'Podemos Viver sem Aquilo nas Nossas Vidas?'. Os diálogos realizar-se-ão em três grupos: um thai, um inglês e um misto com tradução. Em complemento, haverá passagem de DVDs, períodos de silêncio para deliberação, passeios na floresta e possibilidade de nadar no rio.

- Índia, Karnataka, Bangalore - Encontro de jovens - 23 a 31 de Dezembro, 2006. O tema para o encontro deste ano é 'Viver em conjunto com Compaixão e Inteligência'. Haverá actividades como diálogos, vídeos de Krishnamurti, passeios a pé, trabalho artístico, música, exercícios respiratórios, movimento, yoga, etc.

 

 

Ver detalhes destes e outros eventos em www.kinfonet.org - Kinfonet Classifieds

 

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